Sérgio Petecão rebate nota do Secretário de Segurança Pública do Acre

O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) rebateu a nota divulgada pelo Secretário de Segurança Pública do Estado do Acre, Emylson Farias, que afirmou que o governo federal falha no compromisso com a segurança dos acreanos. “Além de não ajudar em nada, os comentários do secretário prejudicam as negociações que estamos tendo com o governo em Brasília”, afirmou Petecão.

O senador destacou que Emylson Farias acompanhou a intensa agenda de reuniões da bancada com o governo federal nesta semana. “Está claro que todos os parlamentares acreanos estão unidos pela defesa do Acre e garantia dos recursos ao estado. O governo do Estado não pode fazer a torcida do quanto pior melhor”, disse Petecão.

Petecão esclareceu que o contingenciamento faz parte da programação financeira do governo para controlar gastos públicos. É uma iniciativa saudável para manter as contas públicas no azul. “O contingenciamento põe limite, faze uma suspensão momentânea, nos gastos públicos”, explica Petecão.

O contingenciamento não atingiu apenas o Acre, a decisão abrangeu todos os 27 estados. Ainda assim, cada unidade da federação terá a possibilidade de investir R$ 118 milhões em recursos das emendas de bancada. No Acre, o valor vai garantir condições melhores à segurança pública e a promover melhoria nos ramais dos municípios.

Para Sérgio Petecão, se houve falta de comprometimento do governo federal com o Acre, certamente ocorreu na gestão petistas, onde as emendas destinadas pela bancada nunca chegam ao estado. Em pouco tempo da gestão do governo Temer, no final do ano passado, foi garantido o empenho de R$ 20 milhões para a construção do contorno rodoviário em Brasileia e R$ 13,7 milhões para a urbanização e pavimentação em Rio Branco. “Nos últimos anos, o governo do PT não executou nenhuma emenda da bancada acreana; agora, conseguimos avançar e empenhar mais de R$ 33 milhões no final do ano passado”.

Quanto à insegurança, Petecão disse que o problema não iniciou em menos de um ano, em razão do governo Temer. Segundo ele, a situação tem piorado com a falta de investimentos dos governos anteriores.

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